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16 agosto, 2012
Super promoção do site Clube de Autores
Em comemoração ao Dia do Folclore (22 de Agosto) o site Clube de Autores está promovendo uma nova campanha, com descontos alcançando 25% no valor dos livros impressos.
Não perca essa oportunidade de adquirir obras de ótimos escritores brasileiros. Visite já o site da editora Clube de Autores e escolha o seu próximo livro por um preço mais acessível.
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WARWOLF - Júlio César Samuel, Gabriel Godinho Sampaio, Fernando Possidente
WarWolf trata-se de uma história de ação num cenário moderno e decadente.
A obra já é admirada por outros autores. Confira alguns comentários:
"Esta obra consegue mostrar o tema conhecido sobre lobisomens totalmente revigorado e inédito. O enredo de ação prende o leitor, conservando o foco até o final e as ilustrações do Diego são excelentes! Recomendo!"
"Trabalho primoroso mesmo com a dificuldade de se escrever a 6 mãos. Promete se tornar um clássico do gênero. Isso sem falar nas ilustrações riquíssimas. Parabéns, recomendo".
Para adquirir WarWolf, visite o site da editora Clube de Autores.
A obra já é admirada por outros autores. Confira alguns comentários:
"Esta obra consegue mostrar o tema conhecido sobre lobisomens totalmente revigorado e inédito. O enredo de ação prende o leitor, conservando o foco até o final e as ilustrações do Diego são excelentes! Recomendo!"
- Luiz Gustavo M Pereira
"Trabalho primoroso mesmo com a dificuldade de se escrever a 6 mãos. Promete se tornar um clássico do gênero. Isso sem falar nas ilustrações riquíssimas. Parabéns, recomendo".
- Paul Garfer
Para adquirir WarWolf, visite o site da editora Clube de Autores.
Olhos Verdes Cristalinos - Paul Garfer
Olhos Verdes Cristalinos deveria ser uma coletânea de contos, contos esses que se fundiram e se aglutinaram em um romance de terror psicológico moderno e diferente, com muitos narradores e repleto de surpresas.
Olhos Verdes Cristalinos não possui apenas uma única personagem principal, mas diversas, divididas em núcleos que se entrelaçam.
As histórias interdependentes, se revezam entre narrativas e memórias das personagens formando o emaranhado da trama principal.
Algumas pitadas de sarcasmo, suspense, erotismo e humor, são a receita para este trabalho que tem como pano de fundo o "Universo Vampírico".
Confira alguns comentários sobre esta obra:
"A histórias a cerca do vampirismo, muitas vezes, acaba se tornando repetitiva, mas este livro consegue superar as barreiras que conhecemos sobre o tema de um modo totalmente diferente. Os contos foram descritos de tal forma que acaba envolvendo o leitor até o final do livro, sempre surpreendendo, sem perder o foco. Recomendo!"
- Luiz Gustavo M Pereira
"Não é um simples livro sobre vampiros. É um conjunto de relatos psicológicos dispostos em um ritmo frenético. O livro é narrado em um ritmo de "pesadelo", essa é a melhor descrição que posso fazer. É contado em flashes de memórias de diversos personagens. Fazendo o leitor não largar o livro até entender como cada parte se encaixa entre si. Um livro muito bom. Altamente recomendável".
- Fernando Possidente, autor de Warwolf e o Cavaleiro de Astúrias
Para ler parte do livro, comprovar seu valor, e comprá-lo, visite o site da editora Clube de Autores.
12 agosto, 2012
Resenha do livro “O estranho mundo de Tim Burton”
“Quando você não tem muitos amigos e nenhuma vidasocial... você se distancia do resto da sociedade; é como se estivesse olhando por uma janela… mas existem muitos filmes bizarros por aí, então você consegue agüentar bastante tempo sem amigos.”
(Tim Burton se lembrando de sua infância)
Este não é, definitivamente, um livro comum. Inicialmente pensei que era uma biografia e, sinceramente, aguardarei por uma sobre Tim Burton, mas esse livro não trata disso.
“O estranho mundo de Tim Burton” é uma iniciativa louvável da editora Leya que, aliás, vem se destacando pelos lançamentos diferenciados. O público que gosta do trabalho de Tim Burton é muito grande e estava realmente precisando de um livro sobre o diretor e produtor, mais precisamente sobre suas obras e metodologia de trabalho.
Li com absoluto prazer este livro. A leitura é técnica em alguns pontos e se intercala com entrevistas de pessoas ligadas ao cinema, repórteres e até com o próprio Burton.
Resumidamente, o livro aborda todos os filmes produzidos ou dirigidos por Burton até “Alice in the wonderland” (2010). Não há um detalhamento técnico dos filmes, mas isto é substituído por reportagens, entrevistas e artigos da época do lançamento dos filmes, trazendo-nos um conteúdo inteiramente relevante, visto que, com tal material, podemos fazer um comparativo da evolução de Tim Burton como diretor, além de mostrar as nunces do pensamento da sociedade americana em cada período.
Algumas opiniões de época nos mostram um diretor iniciante e, ainda assim, extremamente atrevido – no melhor sentido da palavra -, capaz de nos brindar com o que mais íntimo ele possui: sua mente fértil e alucinada.
Algumas opiniões de época nos mostram um diretor iniciante e, ainda assim, extremamente atrevido – no melhor sentido da palavra -, capaz de nos brindar com o que mais íntimo ele possui: sua mente fértil e alucinada.
Todas as obras de Burton, produzidas ou dirigidas, são um reflexo de sua própria personalidade, em maior ou menor escala, e nos dão uma clara idéia do potencial criativo do diretor.
Outro ponto muito interessante abordado no livro fala sobre as escolhas de Burton dos atores para os papéis em seus filmes. Um dos mais controversos – por incrível que isso possa parecer hoje – é a escolha de Johnny Depp para o papel título do filme Edward Mãos de Tesoura:
“”Edward Mãos de Tesoura” é um dos trabalhos mais originais, arrebatadores, românticos e charmosos que surgiram da índústria de cinema americana em décadas. Infelizmente, suas qualidades únicas tendem a ser esquecidas pelos críticos em detrimento de seu tema fantástico e a inteligente escolha de Johnny Depp para o papel título (isso ofendeu tanto alguns críticos, que foi dito que era impossível determinar se Depp era ou não bom ator por causa das poucas falas que tinha, um julgamento que faz que o Frankenstein de Boris Karloff também não seja uma atuação).”
Há muitas passagens que esclarecem o leitor sobre o pensamento de Burton, inclusive entrevistas dele, mas não há nada pessoal (como em um biografia) e a falta disso pode ser sentida pelos fãs mais ardorosos. mesmo sem trazer prejuízos ao conteúdo em si.
Visualmente, temos uma obra bastante interessante, porém escassa. A capa remonta à sua produção mais recente – Alice no país das maravilhas – e as divisórias dos filmes/capítulos são similares à capa. Contudo, não há algo inovador quanto a isso.
Todo o potencial que um artista do porte de Tim Burton foi pouco explorado. Para uma produção literária sobre um diretor de cinema, puramente um profissional do áudio-visual, há uma economia em imagens. Não sou favorável aos “livros com figuras”, porém é notável a falta que as imagens relacionadas às obras de Burton faz, principalmente quando o leitor não é um conhecedor das produções dele. É algo muito próximo à leitura de um livro sobre Disney sem imagens de seus desenhos clássicos. Volto a reforçar que essa pequena lacuna não compromete o conteúdo da obra e das pesquisas feitas.
Todo o potencial que um artista do porte de Tim Burton foi pouco explorado. Para uma produção literária sobre um diretor de cinema, puramente um profissional do áudio-visual, há uma economia em imagens. Não sou favorável aos “livros com figuras”, porém é notável a falta que as imagens relacionadas às obras de Burton faz, principalmente quando o leitor não é um conhecedor das produções dele. É algo muito próximo à leitura de um livro sobre Disney sem imagens de seus desenhos clássicos. Volto a reforçar que essa pequena lacuna não compromete o conteúdo da obra e das pesquisas feitas.
Um dos pontos fortes do livro – são muitos, acreditem – é a entrevista com Tim Burton e Vincent Price, por ocasião do lançamento do filme “Vincent”, um curta-metragem sobre um menino solitário e incompreendido (essa descrição os faz lembrar de alguém?).
Então, após esses apontamentos, chego a uma conclusão: o livro é o que faltava para compreender melhor o diretor, suas obras e, principalmente, perceber o quanto Tim progrediu com o passar dos anos, superando críticas e mantendo o espírito de um garoto que tem o seu maior tesouro dentro de si mesmo, sua imaginação. Acertando ou errando, Burton é um dos poucos diretores que mantém sua essência desde o início da carreira. Ele evoluiu, certamente, e isso não fez com que sua criatividade fosse minimizada pelas imposições tecnológicas ou de mercado, usando-as como aliadas para transformar em filme o que antes só existia em sua mente.
Leitura obrigatória para quem é fã e para os que pretendem conhecer e, definitivamente, passar a admirar os trabalhos desse incrível diretor…Dados sobre o livro:
- Editora: Leya
- Autor: PAUL A. WOODS
- ISBN: 9788580440263
- Origem: Nacional
- Ano: 2011
- Edição: 1ª
- Número de páginas: 344
- Acabamento: Brochura
- Formato: Médio
Fonte: O Nerd Escritor
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11 agosto, 2012
Meu primeiro livro está de volta!
Está disponível à venda no site da editora Clube de Autores o meu primeiro livro, intitulado "NÊMESIS". Confira uma sinopse do livro:
Por: Wesley Alencar
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| Nêmesis, por Wesley Alencar |
David é um homem atormentado por fragmentos de um passado sombrio e violento. Tendo perdido as memórias de sua vida inteira, ele encontra apenas uma pessoa em quem confiar, a arqueóloga Sara Rodrigues, e a relação dos dois se torna uma forte razão para David consertar os erros do passado, que aos poucos voltam à tona, e encontrar paz em sua nova vida. Enfrentando, David descobre-se em uma encruzilhada de manipulações e conflitos milenares, que põem em risco a vida de Sara e a sua própria. Para superar as ameaças contra sua liberdade, ele deverá aprender, com a ajuda de um velho amigo, a controlar o monstro assassino que reside dentro de si.
Nêmesis é um romance repleto de ação e terror, com fortes revelações a cada capítulo.
Características
Número de páginas: 143
Edição: 1(2012)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g
Edição: 1(2012)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g
Para adquirir o livro NÊMESIS, visite o site da editora Clube de Autores.
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Wesley Alencar
27 junho, 2011
Obras infantis auxiliam na arte de falar da morte para crianças
A psicóloga Lucélia Elizabeth Paiva está completamente envolvida com os diferentes tipos de relacionamentos humanos. Então, natural que a morte seja também um tema frequente em seu cotidiano.
Ao estudar e pesquisar sobre o assunto, constatou que, ao se tratar de crianças, a literatura infantil promove um admirável apoio aos pequenos, e mais do que isso, serve como intérprete para a compreensão das etapas e surpresas da vida.
Em seu livro "A Arte de Falar da Morte para Crianças", a psicóloga reúne anotações das mais curiosas sobre a relação de personagens da ficção com sentimentos reais.
"Comecei a refletir sobre a formação do indivíduo e, então, a percorrer a seguinte linha de pensamento: seria interessante que as várias mortes com as quais a criança se deparar em seu dia a dia pudessem ser trabalhadas, para que ela fosse preparada desde cedo a enfrentar esse tema", justifica a autora.
Para facilitar as explicações e os interesses de cada leitor, a obra foi dividida em "morte", "criança", escola", "literatura infantil" e "biblioterapia". Apesar de todos os capítulos estarem interligados, eles podem ser lidos separadamente, e cada um se preocupa um pouco mais em contextualizar e debater o tema a partir de referências históricas e pesquisas sobre o assunto.
Referências e sugestões sobre inúmeros livros nacionais e internacionais e que abordam o tema morte de diferentes pontos de vista, naturalmente aparecem ao longo de todo o texto.
Leia trecho do primeiro capítulo:
*
A morte faz parte do cotidiano de todos nós, inclusive de nossas crianças. Cabe aqui lembrar que, atualmente, a morte invade nossa vida repentinamente, sem nos pedir licença, sem aviso prévio, sem controle, sem formas de proteção e faz parte de nossa vida pessoal. É a "morte escancarada" (Kovács, 2003).
Isso é vivenciado por todos e cada um de nós nas ruas -violência, homicídios, acidentes etc. -, nos meios de comunicação - jornais, rádios etc. - e dentro de nossas casas - nos noticiários da TV, nas cenas de violência física e social, nas cenas de acidentes, homicídios, guerras, atentados.
E esses eventos não têm horário certo para acontecer e/ou serem exibidos, em qualquer hora do dia ou da noite, para qualquer um, de qualquer idade. A morte invade nossos lares, e não há reflexão a respeito.
Desse modo, corremos o risco de sermos impregnados pela dor e pelo sofrimento, dando a impressão de que isso é natural e faz parte da vida. Podemos encarar essa situação como uma banalização da morte. E, assim, continuarmos a jornada, sem falar sobre a morte, sem elaborar o tema. Parece que somos obrigados a engolir a morte sem digeri-la.
A morte está presente, inclusive, nos desenhos animados dos quais as crianças tanto gostam. A ideia mágica da imortalidade aparece quando, por exemplo, o Pica-Pau é atropelado por um trem, fica completamente estendido no chão como folha de papel e, em questão de instantes, toma sua forma original e sai por aí aprontando das suas...
Ou nas aventuras de Tom e Jerry -, ao explodir uma bomba na boca de Tom, Jerry fica totalmente chamuscado e logo se recupera para novas investidas contra seu rival. Ou os ídolos de filmes, como James Bond ou Indiana Jones, que passam por tantas aventuras, enfrentando situações de perigo inusitadas e saem ilesos, ainda fazendo amor com lindas mulheres. Aí está a ideia de imortalidade.
Atualmente, com os joguinhos eletrônicos, a criança enfrenta situações e/ou batalhas nas quais consegue driblar a morte. Ganha bônus por suas brilhantes estratégias para combater seus inimigos e é recompensada, ao passar de nível, adquirindo "vidas extras".
Por um lado, vemos a banalização da morte e, por outro, a imortalidade. Assim fica fácil continuar negando a morte e viver a vida fazendo de conta que ela está longe de nós, que só acontece com os outros.
Combata a insônia com dicas simples e úteis
Da mesma autora de "50 Coisas que Você pode Fazer para Lidar com a Enxaqueca", a estudiosa Wendy Green apresenta novas e preciosas dicas para quem sofre todas as noites nos enrolares dos lençóis.
"50 Coisas que Você Pode Fazer para Combater a Insônia"segue a mesma linha de raciocínio, apresentando dados, pesquisas e estudos que comprovam formas totalmente eficazes de solucionar esse grande problema.
"Sinto que a solução para os problemas do sono está em identificar as causas (normalmente há mais de uma!) e depois tentar resolvê-las. Não existe uma solução "tamanho único". Cada um de nós é diferente, por isso precisamos descobrir o que funciona para nós como indivíduos", explica Green.
"Sendo assim, incluí uma extensa variedade de dicas e técnicas na esperança de que cada leitor encontre algo que o ajude a desfrutar de uma qualidade melhor de sono", completa.
Os conselhos passam por identificar as causas dos problemas de sono, aplicar hábitos que propiciem a vontade de ir para a cama, ficar de olho na alimentação e terapias complementares que podem ajudá-lo a relaxar.
Fonte: Livraria da Folha
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"Saudável aos 100 Anos" reúne sugestões para viver melhor
Fruto das viagens pelo mundo do explorador John Robbins, "Saudável aos 100 Anos" (Fontanar, 2009), em promoção, por R$ 19,90, na Livraria da Folha, promete trazer ensinamentos de várias culturas, da psicologia e das medicinas oriental e ocidental para aumentar a saúde e melhorar a qualidade de vida.
De acordo com o autor, a obra resume o que, como viajante, descobriu ao consultar os hábitos das pessoas mais velhas nos lugares onde esteve. Junto a estes conhecimentos, ele reuniu pesquisas minuciosas sobre os avanços da ciência e da nutrição. Uma mistura das tradições milenares com a tecnologia moderna.
A obra traz sugestões das melhores maneiras de se alimentar, se exercitar e como levar os relacionamentos do dia a dia de forma leve e saudável.
Fonte: Livraria da Folha
25 junho, 2011
Confiança é um dos segredos das mulheres francesas; leia trecho
O encanto e o charme das mulheres francesas é uma questão de atitude, explica Jamie Cat Callan em "Mulheres Francesas Não Dormem Sozinhas".
O desejo de ser sedutora, inteligente e estar sempre acompanhada pode ser alcançado por qualquer uma, sem ser necessário nascer no país da Cidade Luz.
Entre as muitas dicas está a de que é preciso se gostar. Deixar de lado a ideia de se arrumar e ficar bonita apenas em ocasiões importantes. Quem deve ser agradada é você mesma.
Jamie entrevistou diversas francesas, tanto em seu país quanto nos Estados Unidos, e uniu o que ouviu ao que foi aprendido durante a infância, ensinado pela sua avó francesa.
Leia abaixo como elas fazem para se sentirem bem:
****
A mulher francesa se sente bem consigo mesma
Imagine acordar de manhã, se olhar no espelho e se sentir confiante e bonita. Imagine amar cuidar dos seu corpo com sabonetes deliciosos e cremes aromáticos. Imagine se vestir lentamente para o dia, sabendo sem sombra de dúvida que sim, você é linda de uma maneira única.
As francesas começam o dia assim. Muitas delas vão a um SPA de um dia ao menos uma vez por mês para cuidar da pele. Ou a francesa pode fazer seu próprio tratamento facial com ingredientes que tem na cozinha. Ela esfrega o rosto delicadamente com um creme esfoliante de papaia. Escolhe sem pressa a fragrância perfeita para usar na estação atual. Vai a feiras de arte e compra bijuterias que sejam interessantes e combinem com seu estilo. E sim, aprecia todos os prazeres especiais de ter nascido mulher. Ela abraça e celebra os direitos inalienáveis de mulher. Que coisa mais francesa!
Quando queimamos nossos sutiãs
No mundo moderno, as mulheres lutaram pela igualdade. Nossas avós e bisavós fizeram passeatas nas ruas nos anos 1920 e nós fizemos outras (ou nossas mães fizeram) nos anos 1960 e 1970. Queríamos um papel no mundo. Lutamos muitos pelo direito de tomar as rédeas do nosso destino, de trabalhar em profissões que eram desafiadoras e interessantes, de buscar nossos sonhos, de ter uma boa vida e questionar os estereótipos. É compreensível que, durante essa luta, tivemos que abrir mão de muitas das características que são consideradas "femininas". Queríamos ser levadas a sério e não ser tratadas como "objetos sexuais". E assim, adotamos um ar ligeiramente masculino. Se você pensar nas ombreiras enormes, populares nos anos 1980, sabe do que estou falando.
Ainda assim, ao longo do tempo, há momentos na moda e na beleza em que o visual ultrafeminino volta. Sim, houve épocas em que a moda era se vestir como prostituta de luxo e a moda íntima passou a ser menos íntima. No entanto, no mundo profissional, a tendência ainda é manter um visual neutro, e isso é deprimente. Não há motivo para que até as profissionais mais sérias não alegrem os tradicionais terninhos com um colar interessante ou um lenço colorido e talvez um belo par de saltos.
A mentalidade oito ou oitenta
Se só somos femininas quando saímos em encontros ou fazemos sexo e suprimimos nosso desejo de encontrar a beleza, de sermos bonitas e femininas em outros momentos, começamos a nos sentir um pouco confusas. Nossa identidade de mulher fica um pouco distorcida e isso não ajuda em nada nosso nível de confiança, porque estamos subconscientemente nos convencendo de que ser feminina é ser objeto sexual, um personagem que é revelado com o objetivo de seduzir um homem.
Mas por que não sermos femininas apenas para nós mesmas? É isso que as francesas vêm fazendo há séculos.
Fonte: Livraria da Folha
22 junho, 2011
"O Piloto de Hiltler" revela segredos da guerra e do ditador
Motoristas particulares detêm muitos segredos sobre pessoas formadoras de opinião. São eles quem as levam para lá e para cá e veem, em seu testemunho silencioso, tudo o que os poderosos comentam e fazem na intimidade.
"O Piloto de Hitler", do especialista em Segunda Guerra Mundial (1939-1945) C. G. Sweeting, conta a historia de Hans Baur (1897-1993), piloto de avião oficial de Adolf Hitler (1889-1945).
Confidente do líder nazista, o aviador teve uma vida cheia de emoções e esteve ao lado do ditador durante quase todas as vezes em que este utilizou uma aeronave.
O volume mostra os acontecimentos da guerra sob a ótica de Baur, que prestou seus serviços ao Fürer desde 1932 até o fim do nazismo em 1945.
O piloto manteve-se fiel ao seu país até durante os dez anos que passou preso na União Soviética. Lugar do qual escapou e precisou amputar uma perna atingida por tiros durante a fuga.
O livro revela detalhes do conflito vistos do ponto de vista de dentro do exército alemão e expõe traços pouco conhecidos da personalidade de Hitler, que foi padrinho do segundo casamento do aviador.
C. G. Sweeting também fala das vivências de Baur durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e o que aconteceu com ele após a derrota do nazismo, uma vez que viveu até 1993.
*
Fonte: Livraria da Folha
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7 Livros Nacionais para você dar uma conferida
1 - Areia nos dentes, de Antônio Xerxenesky: Em seu apartamento na Cidade do México, um velho, entre uma dose e outra de tequila, escreve a história de seus antepassados. É uma trama de rivalidade entre duas famílias, os Ramírez e os Marlowes, em um remoto povoado do Velho Oeste. Um assassinato e a vinda de um ortodoxo xerife compõem uma história que rompe os limites da própria literatura morte. [Quer um bom motivo para ler o livro: Tem zumbis!]
2 - Os herdeiros de Titãs, de Eric Musashi:Numa ilha-continente no meio do Atlântico, conhecida por seus habitantes como Grabatal, o Reino de Atala, herdeiro de uma história de quase quatro mil anos, passa por uma profunda crise. Quetabel, sua rainha há mais de incríveis sete séculos, permanece jovem e formosa, bem como seus cinco sacerdotes, e se intitula a Deusa das deusas, única deidade verdadeira. Numa política de pesados impostos que sustentavam a vida opulenta dos militares e do castelo na capital, a terra foi se exaurindo com o tempo, e as secas recentes pioraram a situação, espalhando-se fome e pobreza pelo reino. [Blog do livro]
3 - O Peregrino - Em busca das Crianças Perdidas, de Tibor Morics : Para lá do Posto de trocas do Finnegan, para lá da Garganta do enlouquecido (muito cuidado aos que forem atravessá-la), existem três cidades. Em duas, Downtown e Middletown, os cidadãos vivem massacrados pelo jugo totalitário imposto por Uptown, a terceira delas. De Uptown vêm abutres terríveis, delegados simbiontes mortíferos e fantásticos mecanismos cujas funções extrapolam a mais fértil imaginação. Só uma coisa une todas as cidades: a crença na vinda de um homem, na vinda de um salvador. A crença na vinda do Peregrino. Ambientado no meio oeste norte americano nos idos de 1870, este romance promete tudo, menos tédio. Com ritmo narrativo intenso e final surpreendente, O Peregrino tem tudo para ser um dos principais lançamentos do ano dentro da literatura de gênero nacional.
4 - Jesus Extraterrestre, de Leo Mark : Essas e muitas outras perguntas serão respondidas neste romance baseado em documentos históricos.O ano é 34 depois de Cristo. Enquanto Jesus é levado ao calvário para ser crucificado, no deserto próximo dali, uma nave desce dos céus e aborda José de Arimateia. Um ser aparece e entrega a ele um cilindro onde deveria colher e guardar o sangue de Jesus. José de Arimateia, pensando se tratar de um Anjo de Deus, não hesita em seguir suas ordens. Ele colhe o sangue de Jesus e esconde o cilindro metálico dentro do cálice utilizado por Jesus na última ceia. O sangue de Jesus… A linhagem de Jesus Cristo e Maria Madalena… O tempo passa, 1992, renasce Jesus Cristo, agora, com o nome de David.Os Illuminatis, sociedade secreta ligada a Satanás, começam a perseguir o garoto. Anos depois, David, é levado por uma nave na qual os seres lhe revelam quem ele é de fato, qual era sua missão na Terra e a verdadeira origem da humanidade. Depois de algum tempo, David volta aos Estados Unidos e começa sua missão: preparar a humanidade para o retorno do primeiro Jesus Cristo, bem como para o Armagedom, a 3ª Guerra Mundial e a luta final entre Jesus Cristo e Satanás. Todavia, antes, ele precisa impedir que Satanás domine o mundo, por meio da Nova Ordem Mundial que estaria sendo criada pelos Illuminatis, para escravizar toda a humanidade novamente.Prepare-se para um romance emocionante, repleto de revelações, que está para começar com Jesus Extraterrestre – A Origem.
5 - Paz Guerreira, de Talal Husseini : Guerreiros, mestres e discípulos, damas e cavalheiros se confrontam com vilões, magos negros e criaturas terríveis numa batalha eterna que se trava dentro do coração dos homens, deixando claro que cada um de nós constrói seu próprio destino a cada instante, a cada escolha.[Saiba maissobre o mais novo best seller brasileiro]
6 - Uma Duas, de Eliane Brum: Em seu romance de estreia, Eliane Brum - conhecida no jornalismo pela sensibilidade e força do seu texto - mergulha num novo, mas não menos delicado desafio: transformar em palavra a intrincada relação entre mãe e filha. De que material são feitos os laços que as amarram? Como é tecida a trama de ódio e afeto entre duas mulheres (des)unidas pela carne? Uma duas é um retrato expressionista tão dramático quanto nauseante que foge de clichês e eufemismos que costumam cercar o tema. Dotada de um humanismo visceral, a autora entrelaça os narradores do mesmo modo que o acaso embaralha integrantes de uma família numa teia de subjetividades
7 - Príncipe da Escuridão, de felipe C. Rosa: Se amanhã você acordasse no Inferno, aceitaria seu destino? Quando se trata de um demônio, além das dúvidas, todo o sofrimento físico e psicológico é eterno. Mas, o anjo que jurou lhe deixar trancado no Inferno para sempre, pode mudar tudo. Compreensível? Inimaginável...
Fonte: Listas Literárias
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17 maio, 2011
Aprenda a ouvir para trabalhar melhor em grupo
"Hoje em dia, quando tudo precisa ser dito em cinco minutos ou em até 140 caracteres, as pessoas parecem estar perdendo a capacidade de dialogar", é o que diagnóstica Alkíndar de Oliveira, no livro "O Poder do Diálogo".
Fruto de três anos de treinamentos em empresas de diferentes áreas e portes, a obra indica os pontos fundamentais para qualquer profissional que deseje retomar o dinamismo e o domínio da linguagem oral, ferramenta essencial para troca de ideias com outros membros de sua equipe profissional.
O desenvolvimento de estratégias e soluções inteligentes de uma empresa, é certo, passa pelo diálogo e troca de informações entre os participantes. O consultor Alkíndar apresenta a teoria e mostra a metodologia na prática para impressionar o chefe em um mercado cada vez mais concorrido e com novas exigências.
O profissional destaca, entre outros tópicos, a importância de aprender a ouvir.
Leia orientação.
*
Em uma reunião ou em qualquer grupo de pessoas, é comum cometermos o erro de ficarmos pensando tão fixamente no que iremos falar que nos esquecemos de ouvir atentamente o que o outro está dizendo.
Essa atitude demonstra que estamos colocando o nosso ego em evidência. Se nos colocarmos a favor do foco ou do tema da reunião, primeiramente deveremos ouvir atentamente o que o outro tem a dizer, procurando refletir sobre a contribuição dele com o assunto-foco e, no momento oportuno, de forma sensata, contribuir com nossa opinião.
(...)
Para bem ouvir, temos também que saber bem perguntar. Podemos perguntar de duas formas - "Posso fumar quando estou rezando?" ou "Posso rezar quando estou fumando?" - a um líder religioso se é permitido fumar e rezar ao mesmo tempo.
A probabilidade de a resposta ser positiva está muito mais evidente na segunda pergunta. Não basta perguntar, é preciso saber "como" perguntar.
As perguntas que geram mais reflexão e iniciativa são "O quê?" e "Como?". Outras perguntas também são importantes são: "Quem?"; "Onde?"; "Quando?"; "O que mais?"; "O que você quer?"; "O que isso vai te trazer?"; "Como você poderia fazer isso?". Acrescente também a colocação: "Me diga mais...".
Para não parecer um interrogatório, as perguntas precisam ser entremeadas com simpática e produtiva conversa.
*
"O Poder do Diálogo"
Autor: Alkíndar de Oliveira
Editora: Planeta
Páginas: 168
Quanto: R$ 19,90
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
16 maio, 2011
Passeie pela Lisboa medieval em um dia
Assim como muitas cidades europeias, Lisboa mantém todo seu perfil medieval preservado. Quem visita o lugar acaba se deparando com um pouco de história.
Dentre os muitos roteiros oferecidos pelo "Guia Espiral Lisboa" está conhecer o lado medieval de Lisboa em um dia. Dividido por horários e ressaltando o que há de mais importante a ser visto, o livro permite aproveitar a cidade ao máximo.
Além deste passeio, é possível conhecer o Norte da Orla Central, Encostas do Oeste, Belém e Parque das Nações, roteiros imperdíveis na Costa Oeste, Sintra e Queluz, Mafra, Chiado e Bairro Alto, Alfama, Cacilhas e Santuário do Cristo Rei.
Bonde em rua de Lisboa
Visitar Portugal é como visitar um pedaço da história brasileira, reconhecendo características e tradições que foram fixadas pelos colonizadores. Ainda é possível encontrar uma movimentada vida cultural e aproveitar a deliciosa gastronomia local.
Veja como conhecer o núcleo medieval:
*
Núcleo Medieval de Lisboa em Um Dia
O castelo de Lisboa foi erguido acima de um labirinto de ruas na área mais antiga da cidade, repleta de museus, igrejas, vielas fascinantes e miradouros de onde se avista o Tejo.
9h30
Comece o dia na Catedral da Sé; aprecie o claustro, onde escavações arqueológicas contam a história de Lisboa. Você pode dar uma olhada na Igreja de Santo António consagrada a esse santo.
Comece o dia na Catedral da Sé; aprecie o claustro, onde escavações arqueológicas contam a história de Lisboa. Você pode dar uma olhada na Igreja de Santo António consagrada a esse santo.
10h30
Suba a Rua do Eléctrico, da Sé até o largo das Portas do Sol, passando pelo encantador miradouro de Santa Luzia. Observe as vistas a partir do terraço das Portas do Sol para depois visitar o Museu-Escola de Artes Decorativas.
Suba a Rua do Eléctrico, da Sé até o largo das Portas do Sol, passando pelo encantador miradouro de Santa Luzia. Observe as vistas a partir do terraço das Portas do Sol para depois visitar o Museu-Escola de Artes Decorativas.
11h30
Vença as ladeiras atrás do museu a fim de chegar ao emblemático Castelo de São Jorge, depois prossiga até a Igreja da Graça, construída num dos pontos mais altos de Lisboa.
Vença as ladeiras atrás do museu a fim de chegar ao emblemático Castelo de São Jorge, depois prossiga até a Igreja da Graça, construída num dos pontos mais altos de Lisboa.
13h
Você pode almoçar no café da Esplanada da igreja da Graça e, depois, subir pela Rua Damasceno Monteiro e pela Calçada do monte e chegar ao miradouro de Nossa Senhora do Monte, o mais alto da cidade. Outra opção é fazer um almoço sossegado no Mercado de Santa Clara, situado acima do Panteão Nacional de Santa Engrácia.
Você pode almoçar no café da Esplanada da igreja da Graça e, depois, subir pela Rua Damasceno Monteiro e pela Calçada do monte e chegar ao miradouro de Nossa Senhora do Monte, o mais alto da cidade. Outra opção é fazer um almoço sossegado no Mercado de Santa Clara, situado acima do Panteão Nacional de Santa Engrácia.
14h30
Pegue o bonde 28 para São Vicente de Fora, com belo claustro, vistas magníficas e alguns dos azulejos mais bonitos da cidade. Se fizer o passeio numa terça ou num sábado, vá para trás da igreja e dê uma espiada nas bancas da Feira da Ladra, que funciona até 15h ou 15h30.
Pegue o bonde 28 para São Vicente de Fora, com belo claustro, vistas magníficas e alguns dos azulejos mais bonitos da cidade. Se fizer o passeio numa terça ou num sábado, vá para trás da igreja e dê uma espiada nas bancas da Feira da Ladra, que funciona até 15h ou 15h30.
15h30
Caminhe morro abaixo e perambule pelas ruas estreitas de Alfama. Ao descer, você acaba chegando ao Largo Chafariz de Dentro, onde fica o Museu do Fado, dedicado à música típica de Lisboa.
Caminhe morro abaixo e perambule pelas ruas estreitas de Alfama. Ao descer, você acaba chegando ao Largo Chafariz de Dentro, onde fica o Museu do Fado, dedicado à música típica de Lisboa.
16h45
Tome o ônibus 794 ou um táxi para chegar ao Museu Nacional do Azulejo, instalado num convento antigo com ingrja anexa, rico em belíssimos azulejos azuis e brancos.
Tome o ônibus 794 ou um táxi para chegar ao Museu Nacional do Azulejo, instalado num convento antigo com ingrja anexa, rico em belíssimos azulejos azuis e brancos.
18h
Agora você pode parar para um drinque. Volte até um dos miradouros e relaxe, conforme as luzes ascendem e a noite cai.
Agora você pode parar para um drinque. Volte até um dos miradouros e relaxe, conforme as luzes ascendem e a noite cai.
20h
À noite, você pode ficar em Alfama, jantar no Malmequer Bemmequer e depois se dirigir pata o Parreirinha de Alfama, a fim de ouvir alguns dos melhores fados do bairro.
À noite, você pode ficar em Alfama, jantar no Malmequer Bemmequer e depois se dirigir pata o Parreirinha de Alfama, a fim de ouvir alguns dos melhores fados do bairro.
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Guia Espiral LisboaAutor: AA Publishing
Editora: Publifolha
Páginas: 208
Quanto: R$ 39,90
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
F. Young em boa forma no livro "Carta para Alguém Bem Perto"
"Carta para Alguém Bem Perto" é um texto extremamente bem-humorado da escritora, celebridade e "coelhinha" Fernanda Young, e resgata situações deliciosamente constrangedoras e diálogos inspiradores tais como os vistos na série televisiva "Os Normais", onde assinava o roteiro da produção.
Por mais que a personagem principal, Ariana, em um primeiro momento seja facilmente associada a uma histérica sem solução, com o correr das páginas, vai-se descobrindo que por trás de algumas maluquices, implicâncias e berros, há uma mulher com medo da vida (e estranhamente, começamos a simpatizar com a atacada moça).
O texto de Young é muito bom e convidativo, e suas letras nos deixam próximos dos cenários ambientados (seja numa classe de balé ou na praia do litoral Francês), dos personagens apresentados, xingados e amados (o marido, o amigo gay, a filha supostamente rebelde, o cunhado nojento) e dos pensamentos sós de Ariana.
Ao longo do livro a personagem vive depressões, momentos de êxtase, fuma maconha, odeia a família, ama a família, aguenta neo-hippies e tenta, apesar de tudo, dar mais uma chance para tolerar o mundo e suas cansativas palhaçadas.
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Autora: Fernanda Young
Editora: Rocco
Páginas: 382
Quanto: R$ 46
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
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11 maio, 2011
Autor reúne leis bizarras de diversos países do mundo
Você acha o sistema judiciário brasileiro uma piada? Ainda não viu nada. Em "É Proibido Soltar Pum Após as 18 Horas" (Panda Books, 2009), Mauro Ferreira reuniu leis bizarras de países do mundo inteiro, além de algumas decisões judiciais questionáveis.
De acordo com o autor, na Suécia, por exemplo, é proibido fazer xixi de pé depois das 22h. Já na Tailândia, a lei proíbe homens de sair sem cueca e mulheres sem calcinhas.
Veja abaixo outras situações estranhas registradas no livro.
Na Tailândia, Kim Lee Chong, um senhor de 61 anos, foi condenado a 15 anos de prisão por tentar manter relação sexual com um elefante. Ele foi preso em flagrante no momento em que se preparava para subir --com as calças arriadas-- num caixote colocado atrás do animal. Ele justificou a ação alegando que o elefante seria a reencarnação de sua mulher, morta 28 anos antes.
Se alguém bater à porta da sua casa e lhe pedir um quarto, a lei da Escócia o obriga a deixar que o estranho entre.
Doze bodes foram presos na República Democrática do Congo, acusados de envolvimento na própria venda ilegal na beira da estrada. O vice-ministro da Justiça, em visita ao presídio, ordenou a libertação imediata dos animais. Ele disse que ficou abismado ao encontrar animais e seres humanos detidos em uma mesma cela. Só não se sabe qual seria a pena dos bichos caso fossem considerados culpados.
Qualquer um pode exercer a medicina na Islândia, desde que obedeça a condição de exibir em seu consultório uma placa com a expressão equivalente a "charlatão".
É contra a lei da China salvar uma pessoa que esteja se afogando, porque isso iria interferir no destino dela.
Durante a Assembleia Constituinte de 1988 do Brasil, a proposta do deputado José Paulo Bisol para a redação do inciso I do artigo 5º era: "Homens e mulheres são iguais perante a lei, exceto na gestação, parto e aleitamento".
Andar de carrossel num domingo é uma infração em Idaho (EUA).
No Alabama (EUA), quem for pego colocando sal nas linhas ferroviárias pode ser punido com a pena de morte.
Animais podem ir para a cadeia em Chicago (EUA). Um macaco flagrado afanando produtos em uma loja, por exemplo, pegou cinco dias de prisão.
Para andar pela cidade sem se preocupar com onde pisar, os vereadores de Juiz de Fora, Minas Gerais, em 1999, decidiram criar uma lei que obrigasse os burros e cavalos a usar fraldas. A medida higiênica, no entanto, não foi aprovada.
Não é permitido aterrissar ou estacionar discos voadores nas vinhas da França.
Mulheres não podem aparecer em público, na Arábia Saudita, a não ser que estejam acompanhadas de um homem da família.
Homossexuais podem ser expulsos de Cingapura.
Você vai precisar de uma autorização se quiser andar de bicicleta em Israel.
Em Antibes, na França, é proibido tirar fotos de policiais ou de viaturas, mesmo que eles só apareçam nos fundos ou de relance.
Já em Sioux Falls, Dakota do Sul (EUA), os quartos dos hotéis só podem ter camas de solteiro. Se houver mais de uma no mesmo quarto, elas devem ficar a 60 centímetros de distância uma da outra. E é proibido transar no chão, no espaço entre as camas.
Estrangeiros com vistos vencidos podem ser punidos com golpes de vara em Cingapura.
No Texas (EUA), a legislação permite que uma galinha transe com você, mas proíbe que você transe com ela.
Em Chicago (EUA), é proibido comer em um estabelecimento que esteja pegando fogo.
Diz uma lei do estado de Washington (EUA) que visa reduzir o crime: "É obrigatório a motoristas com intenções criminosas parar o carro e telefonar ao chefe de polícia quando estiver entrando na cidade".
Sexo com cangurus só é permitido, na Austrália, a pessoas bêbadas.
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"É Proibido Soltar Pum Após as 18 Horas"
Autor: Mauro Ferreira
Editora: Panda Books
Páginas: 116
Quanto: R$ 19,90
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha.
Fonte: Livraria da Folha
07 maio, 2011
Recomendação: O Meu Primeiro Emprego - Jose Ney Pereira Lanças
Como se transforma um projeto de vida em uma carreira profissional bem-sucedida? Como se constrói um futuro? Como se planeja uma profissão de sucesso quando se está ainda e apenas na juventude? Como se arquiteta uma ponte capaz de interligar o presente a um porvir cheio de oportunidades e de sucesso? Tudo isso é perfeitamente possível, mas exige objetivos bem definidos, muito planejamento e organização e, obviamente, suficiente conhecimento do assunto.
Este livro ajuda aos leitores a obter esses conhecimentos tão preciosos para planejar sua carreira profissional. O empresário José Ney Pereira Lanças mostra como percorrer esse caminho das pedras com total segurança e hábil direção. Como executivo bem-sucedido de uma multinacional de renome, José Ney aprendeu na prática. Neste livro, ele conta os segredos do sucesso no planejamento da carreira profissional dos dois lados do balcão: em função de sua experiência e vivência tanto como candidato a uma posição tão sonhada e da sua experiência e vivência como executivo de empresa que procurava candidatos.
- Editora: Campus
- Autor: JOSE NEY PEREIRA LANÇAS
- ISBN: 8535211667
- Origem: Nacional
- Ano: 2002
- Edição: 1
- Número de páginas: 208
- Acabamento: Brochura
- Formato: Médio
Onde Comprar: Submarino [clique aqui]
05 maio, 2011
Graphic novel de O Caçador de Pipas no Brasil
O best seller internacional O Caçador de Pipas, escrito por Khaled Hosseini, e que ganhou uma adaptação para os cinemas em 2007 dirigida por Marc Forster (A Última Ceia), acaba de chegar às livrarias em uma versão em quadrinhos, lançada pela editora Nova Fronteira, do grupo Ediouro.
O Caçador de Pipas em Quadrinhos (The Kite Runner - Graphic Novel) traz a inesquecível história de amizade de Amir e Hassan, dois garotos que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970, em uma relação que ultrapassou todas as barreiras. Uma história de perda e de uma dolorosa redenção contra o pano de fundo de paisagens, rostos e a cultura de um país castigado pela violência e pelos conflitos. Um país que continua lutando para recuperar a esperança.
Com texto adaptado pelo italiano Tommaso Valsecchi, arte de Fabio Celoni (Disney Epic Mickey) e cores de Mirka Andolfo e Davide G. G. Caci, O Caçador de Pipas em Quadrinhos tem 136 páginas, formato 19 x 27 cm.
O Caçador de Pipas em Quadrinhos (The Kite Runner - Graphic Novel) traz a inesquecível história de amizade de Amir e Hassan, dois garotos que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970, em uma relação que ultrapassou todas as barreiras. Uma história de perda e de uma dolorosa redenção contra o pano de fundo de paisagens, rostos e a cultura de um país castigado pela violência e pelos conflitos. Um país que continua lutando para recuperar a esperança.
Com texto adaptado pelo italiano Tommaso Valsecchi, arte de Fabio Celoni (Disney Epic Mickey) e cores de Mirka Andolfo e Davide G. G. Caci, O Caçador de Pipas em Quadrinhos tem 136 páginas, formato 19 x 27 cm.
Fonte: HQ Maniacs
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29 abril, 2011
Em HQ, garoto suicida sai com prostituta do rosto queimado
Com desenhos requintados e um texto rico, "Berço com Corvos", dos espanhóis María Zaragoza (roteiro) e Dídac Plà (ilustrações), conta a melancólica história de uma prostituta ruiva com metade do seu rosto queimado, que vive um relacionamento com um cliente suicida por quem se apaixona.
Os dois passam cinco dias --período que o garoto estipulou para se matar-- a contar a história de suas vidas, enquanto usam drogas e são, o tempo todo, visitados pela morte.
Ela teve uma infância difícil. Após o suposto incidente que a deixou desfigurada, passou a sofrer forte discriminação. Largou a escola antes de aprender a ler e perdeu todos os parentes muito cedo. Cheia de traumas, aos 12 anos teve que começar a se prostituir para sobreviver.
O garoto, por sua vez, não conseguia sentir emoções e se envolver com os que estavam à sua volta. Como tanto fazia morrer ou continuar a viver, decidira pelo primeiro ato. Ele procurou a moça por considerar que, com a queimadura, ela estava meio viva e meio morta.
Enquanto o tempo passa, os dois brincam de dar novas versões para suas trajetórias. Por vezes, deixam tudo mais feliz e, em outros casos, tornam as coisas ainda mais sombrias, como um berço de corvos que teria sido implantado no coração da moça para que a morte não se espalhasse pelo seu corpo.
Explorando os limites da fantasia e da realidade, a HQ termina por brincar com o próprio ato de narrar e contar histórias, assim como Miguel de Cervantes em "Dom Quixote". O protagonista do clássico, aliás, é citado várias vezes pelos personagens, chamado carinhosamente por eles de "o louco".
A obra segue a escola Neil Gaiman de contar histórias em todos os aspectos, tanto na temática e no ritmo narrativo como nas soluções gráficas, inspiradas no cubismo e muito parecidas com as de Dave McKean, um dos principais parceiros do quadrinista inglês.
Veja trechos de "Berço com Corvos".
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"Berço com Corvos"Autores: María Zaragoza e Dídac Plà
Editora: Arx
Páginas: 100
Quanto: R$ 33,90 (preço especial, por tempo limitado)
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
FELIPE JORDANI
colaboração para a Livraria da Folha
colaboração para a Livraria da Folha
26 abril, 2011
Resumos de Livros para Vestibulares
Atenção vestibulandos, o site O Livreiro possui uma área dedicada a vocês. Lá você encontra os principais títulos para ler on-line e também um breve resumo com contexto das obras e a importância dos autores para a literatura nacional. É isso mesmo. Consiga uma boa ajuda para estudar para as provas do vestibular. Boa sorte!
13 abril, 2011
Eu sou o número quatro, Pittacus Lore
Eu sou o número Quatro traz uma narração rápida e cheia de acontecimentos que tem muito potencial para virar um ótimo filme, isso é algo que pensei várias vezes durante a leitura, tá certo que quando eu li já sabia da existência do filme, mas ainda sim, diferente de outros livros que quando falam do filme não consigo imaginar como algumas partes vão ser adaptadas, não é o caso aqui, acho que ele tem tudo para ser um bom filme de ação – agora se a adaptação ficou boa, bom daí só vendo.
Agora vamos ao livro...
Lorien é um belo planeta, parecido com a Terra só que mais evoluído, pois o povo de lá consegue viver da maneira sustentável, sua tecnologia esta bem avançada. Lá vivem dois tipos de seres (pacificamente é claro), um deles desenvolve legados/poderes especiais durante a vida; e o outro não.
Já o planeta Mogadore esta inabitável e seu povo destrutivo resolveu atacar Lorien, para roubar os seus recursos. Os Mogadorianos com sua força bruta e fator surpresa conseguem devastar Lorien, mas nove crianças e seus guardiões conseguem fugir para a Terra.
Como eles são a última esperança de seu povo, as nove crianças recebem um tipo de proteção – cada uma tem um número e os Mogadorianos só podem mata-las na ordem certa.
O número Um foi morto na Malásia.
O número Dois foi assassinado na Inglaterra.
O número Três foi perseguido e capturado no Quênia.
Antes de ir atrás dos outros, os Magadorianos tem que pegar o Número quatro.
Ele é o narrador dessa história – e caso esteja se perguntando, sim isso é apenas o início da história. No momento Quatro é conhecido como John Smith, o mais novo morador da cidadezinha de Paradise. John tem quinze anos e já está acostumado com as mudanças abruptas, seu pai (como eles se apresentam) Henry esta sempre alerta pesquisando qualquer acontecimento fora do comum, claro que o surgimento da terceira marca em John, que representa a morte do número três, foi motivo suficiente para uma viagem no meio da noite. Agora além de ser o garoto novo na cidade e escola, ele é procurado por extraterrestres nada amigáveis. E para completar os seus legados (poderes) começaram a se desenvolver e estão fora de controle.
Eu gostei muito da narração feita pelo jovem rapaz, que ainda por cima é um ET – é no mínimo diferente. Número Quatro é engraçado, carismático e tranquilo – principalmente se pensar em todos os problemas que enfrenta, não é dramático, é um cara legal. Henry, seu guardião também me agradou, ele é inteligente e um bom amigo. Claro que não pode faltar um interesse amoroso, mas prefiro não comentar sobre o assunto para não revelar mais da história. Como eu falei a trama é cheia de ação, afinal um ET adolescente pode fazer muitas coisas (e/ou besteiras hehehe) por uma garota e para salvar a própria vida. Achei bem interessante a maneira que incluiram o assunto da preservação de recursos naturais, foi bem esperto, não ficou um sermão chato perdido ali no meio, pois o tema é um elemento sólido/importante para o desenvolvimento da história. Então fica a dica, uma aventura de Aliens com super poderes que tem sentimentos e problemas bem humanos.
Título: Eu sou o número quatro
Original: I am number four
Autor: Pittacus Lore
> Idealizado por James Frey, autor do polêmico Um milhão de pedacinhos, e escrita em coautoria com Jonie Hughes sob o pseudônimo de Pittacus Lore.
> Idealizado por James Frey, autor do polêmico Um milhão de pedacinhos, e escrita em coautoria com Jonie Hughes sob o pseudônimo de Pittacus Lore.
Tradução: Débora Isidoro
Editora Intrínseca
352 páginas
Hot Site (em construção)Fonte: Livraria Outubro
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